Uso Uniforme.Valor Agregado






Farda.Conceito.Uso.Comunicação Visual.
A importância da comunicação, do valor das marcas, da imagem corporativa e do design é cada vez maior.
Por este motivo, apresentar aos clientes um conjunto visual é considerado absolutamente indispensável para construção de um negócio forte e com bases sólidas, passo imprescindível para uma boa imagem da empresa.
A importância do vestuário e da sua correta interligação com a imagem e conceito de marca da empresa é fundamental, já que muitas empresas procuram nos uniformes uma forma eficiente para se apresentarem aos clientes.

A uniformização de uma empresa reflete a imagem que ela quer transmitir ao mercado. O uniforme define o estilo do negócio e o uso acertado valoriza as características de grupo. O layout adequado do uniforme ajuda consolidando a imagem da empresa.
A companhia que faz uso deste acessório como padronização adequada ao ambiente profissional garante um passo importante para a construção de uma boa imagem interna e externa.
O uniforme social afirma e transmite a mensagem de que a empresa está inserida no sistema organizacional, no interno Isso promove um avanço em questões como respeito e automação, formando em conjunto - o ponto mais vantajoso dessa prática - a identificação da empresa para o público externo.
A adoção do uso do uniforme cria uma identidade própria à organização proporcionando uma forte ligação no sentido de equipe e mantendo uma padronização visual para seus clientes e fornecedores. Investir no funcionário e na qualificação do seu funcional fardamento é uma forma de investir na marca. De acordo com isso, o uso diário do uniforme na empresa em que se trabalha é rotina obrigatória porque é prática e ao mesmo tempo investimento.  
Primeiramente, deve significar e dignificar - com um conceito de segurança, organização e modernidade. A apresentação dele é tão importante quanto o ambiente em que se trabalha e está diretamente associada ao “cartão de visita” que a empresa constrói. Representar a imagem corporativa da empresa através de suas cores e modelos, além de aumentar a auto-estima e a valorização dos funcionários.  As formas como os funcionários se vestem viraram uma importante ferramenta de identificação para cada empresa. Atividades tão distintas e diferentes unidas pelo uniforme, vestimentas essas feitas com base em três princípios básicos: conforto, praticidade e durabilidade.







 Uniforme.
Como é sempre variada, e muitas vezes emergente, a formação das empresas nesse setor, onde há descentralização e terceirização na confecção, impressão, finalização desses serviços, a padronização exige cautela. Como um setor, atualmente há empresas especializadas na fabricação de uniformes.  Completas e setorizadas, as indústrias desse filão além do departamento de produção, também podem e devem conter um departamento de consultoria, auxiliando os clientes na decisão do modelo, cor, padrões, tecidos e funcionalidade do uniforme. Portanto, antes de uniformizar o estabelecimento, é necessário contratar uma empresa especializada, em conformidade sempre com o setor de marketing, ou agência de publicidade da empresa cliente, o que certamente contribui em muito na felicidade desta importante tarefa.



Uso uniforme.
A origem da farda ou do uniforme teve inicio com a necessidade de identificar e resguardar as pessoas que exercem determinadas funções. Globalmente o fardamento ou uniforme é usado em diversos contextos: na saúde, nos serviços diretos e indiretos, na aviação comercial, nas Forças Armadas, nas escolas, nos clubes, nos esportes, por membros e funcionários de certas instituições em determinadas funções etc.
Um uniforme é um padrão de vestuário usado por membros de uma dada organização durante as atividades organizadas pela mesma. Alunos de escolas frequentemente utilizam uniformes. Perfomadores de atividades religiosas quase sempre utilizam padrões de vestuário. Uniformes modernos são usados por forças paramilitares tais como polícia, serviços de emergência, seguranças e por prisioneiros. Muitas vezes, trabalhadores de um dado estabelecimento industrial ou comercial utilizam uniformes. Os uniformes escolares criam uma padronização nos alunos, além de facilitar a identificação e o controle da entrada e saída de pessoas nas instituições acadêmicas.
Outra vantagem dessa padronização é o possível barramento das taxações a partir das diferenças de classes sociais estampadas nas roupas evitando preconceito entre os próprios estudantes.

Temos também de salientar que a farda confere certo poder, certo teor de status social à quem a usa. O uso do uniforme ou farda é visto em pesquisas como auxilio para obter muitas vantagens, é salientado que mesmo nas corporações o uso do uniforme evita a competição por quem tem roupas caras e de marcas famosas, um tolo recalque das relações sociais.
Também podemos citar como vantagem a facilidade de identificar funcionários de  uma empresa através de seu uniforme e, alguns acham muito cômodo e muito prático, já que financeiramente falando se economiza as próprias roupas.
Em contraponto há os que vêem o uniforme de trabalho como uma regra imposta sendo cumprida, uma agressão ao direito de cada um escolher o que vestir. Um mau-stastus causa sempre a inadequação no traje por parte de quem o usa, uma farda não deixando nunca de ser, por conseguinte, uma fantasia.
A diversidade regra, sendo comum para algumas empresas a concessão do Casual Day, como uma tentativa de tornar informais essas relações entre ambiente e farda.

Jovens estilistas desenham os uniformes do Pavilhão de Portugal em Xangai em Janeiro de 2010, a vencedora deste desafio foi Ana Faria, com esse elegante layout. 


Estas fardas foram criadas pelo designer de moda Nuno Baltazar para o Grupo Ibis de Hoteis e inspiram-se nos valores e espírito da marca – Bem estar, Confiança, Inovação, Profissionalismo, Juventude, Informalidade.
Conceito Integral para o Pool Bar, pela Vale Del Rey.



Comunicação.Valor Agregado.
O uniforme profissional é muitas vezes essencial por causa da natureza do trabalho, como no caso de uniformes hospitalares e industriais, mas uniformes tem outras funções tão importantes quanto a de oferecer segurança no trabalho.
Uniformes são ferramentas de comunicação interna e externa da empresa, e por isso a escolha de um modelo de uniforme, assim como a compra de uniformes para uma empresa deve levar em conta certos critérios:

1.   Uniformes dizem para os funcionários quem faz o quê na empresa, e enfatizam a função coletiva ao invés  da individualidade. Melhora o trabalho em equipe e diminui conflitos causados por uso inadequado de roupas impróprias para determinado ambiente.
2.   Uniformes comunicam aos clientes da empresa seus valores e identidade. Quando um funcionário se apresenta diante de clientes para realizar um serviço ou vender um produto, ele é, naquele momento, um representante da empresa. O uniforme deve ter a identidade visual da empresa, e deve ser feito sob encomenda. Cores e design devem se harmonizar com essa identidade visual, e deve causar no cliente impressão de confiabilidade e seriedade que ele espera da relação com a empresa.
3.   Uniformes melhoram o desempenho do funcionário, seja quando oferece melhores condições de execução de seu trabalho, seja por valorizá-lo, externa e internamente, na empresa. Por isso mesmo uniformes profissionais devem levar em consideração fatores de segurança e ergonomia, sem deixar de lado elegância, beleza e qualidade.

Um uniforme bem projetado impressiona clientes, melhora a auto-estima do trabalhador, e é uma ferramenta de comunicação visual interna e externa. É um erro comum empresas comprarem uniformes prontos como alternativa de baixo custo aos uniformes personalizados. Enquanto esta abordagem é válida para alguns negócios onde a função comunicativa do uniforme é menos evidente, a maioria das empresas, das pequenas às grandes, pode se beneficiar imensamente com uniformes personalizados.

Um ponto sempre muito importante para se analisar, formatar no aspecto e no uso do veículo Uniforme como Meio de Mídia é a real consolidação dos valores intrínsecos para a empresa, postos em concordância com o conforto, a praticidade no uso e o equilíbrio que causa à auto-estima da equipe, no trabalho e a caminho dele.

O uniforme que antigamente servia apenas para padronizar, hoje constitui um elemento à disposição das empresas que procuram diferenciais para marcar, dar visibilidade, para o seu conceito e sua imagem. E é pensando nisso que algumas empresas utilizam seus uniformes para o marketing.
Algumas até utilizam peças do seu vestuário para divulgar produtos, outras comercializam essas peças como forma de gerar um valor agregado para a Marca, nisso fortalecendo e referenciando suas características inerentes ao setor de ação, ao compromisso social ou ambiental, enfim, gerando nisso um super conceito do layout e de imagem total - Branding.


Normatização.
Quando uma empresa decide adotar um uniforme, deve-se estar atento para a praticidade do uso do mesmo, deve-se observar a facilidade e comodidade no uso diário, e também as cores que serão utilizadas, para que o mesmo não se torne extremamente chamativo ou cansativo para quem usa, como também para os clientes da empresa. Evitando torná-lo ridículo, enquanto Meio.
Felizmente hoje em dia os uniformes estão cada vez mais adaptados as tendências da moda e principalmente estão sendo criados modelos que para além de práticos, sejam visualmente adequados, ou seja, aprimorados esteticamente e alinhados socialmente.
Quando uma empresa toma a decisão de adotar uniformes como de uso obrigatório, tem de levar em conta pontos básicos, como por exemplo: o que vestimos reflete o que somos, portanto o uniforme será o cartão de visitas da empresa;  será uma ‘marca' registrada desta empresa como um todo. Outro ponto essencial já citado antes é a praticidade, adequada a cada área de trabalho, pois um uniforme para alem de visualmente bonito, tem de ser confortável e funcional para quem o usa.






Visão.Impressão.
Alguns pontos essenciais existem a serem observados por toda empresa antes de criar um uniforme:

·       Os objetivos funcionais da Uniformização, visando sempre, calculadamente, custo e benefício;
·       Estar atento à Imagem integral da Empresa. Gerando um Conceito Formal e Informal;
·       Conforto, sendo exemplo a temperatura do ambiente em que os uniformes serão utilizados pelos funcionários;
·       Quantas pessoas irão utilizá-lo, e respectivos tamanhos;
·       Será um uniforme padronizado para todos os setores da empresa ou não?
·       Verificação de utilização em cada departamento, atento para a tendência de utilização de tecidos inteligentes. Os Tecidos Inteligentes são fibras especiais para confecção de uniformes, exemplo: uniformes feitos com materiais que não amassam e ao mesmo tempo evitam o odor próprio da transpiração e uso diário. Uniformes feitos com tecidos antimicrobiais, para quem trabalha em clínicas e hospitais. Antiestático, para quem trabalha em eletricidade e eletrônica. Tratamento antigorduras, com finalidade de repelir gordura e água, para quem trabalha dentro das cozinhas. Tecidos descartáveis que contribuem para aumentar a higiene e limpeza em áreas operacionais, em hospitais reduzindo riscos de contaminação etc. Toucas Especiais, que atendem a normas de vigilância sanitária, protege o produto manipulado do contacto com cabelo do funcionário e evita acidentes com fogões e máquinas;
·       Estar atento para diversidade de biótipos na empresa;
·       Funcionalidade para as mulheres, oferecendo opção de calça e saia. manter opção sempre na criação excepcional para funcionárias gestantes. Funcionários com características especiais etc;
·       Sendo mister lembrar-se dos acessórios referentes a cada departamento da empresa, como por exemplo: sapatos, botas, bonés, toucas, camisas, camisola de Frio, blazer, calças, saias, vestidos, sobretudos, aventais, lenços e EPIs [mascaras, luvas etc.]
·       Periculosidade calculada da área de trabalho. Facilitando a coordenação com os já obrigatórios EPIs;
·       Possibilidade de criação na empresa de uma 'comissão de funcionários' que juntamente com a diretoria da empresa, escolham e decidam por modelos, cores e materiais a serem utilizados na confecção dos uniformes, isso em conformidade com um especialista;
·       Dados imparciais na pesquisa dessas medidas.


Links.Essência.
Branding ou Brand management 
- do inglês, em português indicando Gestão de Marcas.
É o trabalho de construção e gerenciamento de uma marca junto ao mercado. A construção de uma marca forte, firme num produto, numa linha de produtos ou serviços, é consequência de um relacionamento satisfatório com o mercado alvo. Quando esta identificação positiva se torna forte o bastante, a marca passa a valer mais do que o próprio produto oferecido. Branding é como é chamado o conjunto de práticas e técnicas que visam a construção e o fortalecimento de uma marca. Sua execução não é tomada apenas por ações de marketing que posicionam a marca e divulgam a marca no mercado, mas também por ações internas na empresa, transmitindo, para todos os interessados, a imagem pretendida. As melhores Marcas, as de maior sucesso são completamente coerentes, Cada aspecto do que são e do que fazem reforça todo o resto.
Objetivo do branding é, entre outros, aumentar o brand equity (em português: equidade de marca ou ativo de marca) - o valor monetário da marca e assim aumentar o valor da empresa em si.
Este trabalho é feito por profissionais e agências especializados em relações públicas, marketing, administração, semiótica, design gráfico e arquitetura, que visam desenvolver positivamente a reputação de marcas, produtos e organizações e alinhá-las com os objetivos organizacionais e o público almejado.


Equipamentos de Proteção Individual ou EPIs
- Acrônimo de Equipamentos de proteção individual. 
São acessórios ou dispositivos destinados a serem utilizados por uma pessoa contra possíveis riscos ameaçadores da sua saúde ou segurança durante o exercício de uma determinada atividade.
Um equipamento de proteção individual pode ser constituído por vários meios ou dispositivos associados de forma a proteger o seu utilizador contra um ou vários riscos simultâneos. O uso deste tipo de equipamento deve ser obrigatório quando não for possível tomar medidas que permitam eliminar os riscos do ambiente em que se desenvolve a atividade. No Brasil, a legislação básica sobre EPIs é a Norma Regulamentadora numero 6 (Equipamento de proteção individual), aprovada pela Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 - 06/07/78 e atualizada pelas seguintes portarias:

Portaria SSMT n.º 06, de 09 de março de 1983 14/03/83
Portaria DSST n.º 05, de 28 de outubro de 1991 30/10/91
Portaria DSST n.º 03, de 20 de fevereiro de 1992 21/02/92
Portaria DSST n.º 02, de 20 de maio de 1992 21/05/92
Portaria Nº 194, de 22/12/2006 22/12/06
Portaria Nº 121, de 30 de Setembro de 2009
Portaria Nº 145, de Janeiro de 2010

Os EPIs podem dividir-se em termos da zona corporal a proteger:
§  Proteção da cabeça - Capacetes; bonés e chapéus especiais evitando insolação.
§  Proteção auditiva - Abafadores de ruído (ou protetores auriculares) e tampões.
§  Proteção respiratória - Máscaras; aparelhos filtrantes próprios contra cada tipo de contaminante do ar: gases, tintas em aerossóis, por exemplo.
§  Proteção ocular e facial - Óculosviseiras e máscaras.
§  Proteção de mãos e braços – Luvas de Segurança, luvas feitas em diversos materiais e tamanhos conforme os riscos contra os quais se pretende proteger: mecânicos, químicos, biológicos, térmicos ou elétricos.
§  Proteção dos pés - Sapatos, botinas, botas, tênis, apropriados para os riscos contra os quais se quer proteger: mecânicos, químicos, elétricos e de queda.
§  Proteção contra quedas - Cintos de Segurança, sistemas de pára-quedas.




Conclusão.
Aporta nas soluções da comunicação, a expressão pessoal de cada ser no seu individual cuidado e capricho, no compromisso profissional, na plena elevação enquanto agente de transformação e compartilhamento da personalidade integrada a comunidade.

Na escolha dos fardamentos indicados por uma empresa é importante observar as relativas questões de sobrevida dos hábitos e preconceitos próprios das classes e funções sociais.
Numa atmosfera profissional sendo formal obedecer a certos conceitos e normas para evitar ruídos e possibilitar uma melhor assimilação e valorização dos aspectos positivos gerados pelas obrigatórias ou correntes normatizações.

É visível que muitas empresas e efetivas marcas não alcançam um êxito esperado no mercado porque lhes falta a mínima observação dessas coerentes e já comuns recomendações a serem empregadas na uniformização dos seus funcionários.
Ressalva se faz em elogio à crescente profissionalização nos setores aqui analisados.




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 Este é um sucinto apanhado na minha monografia sobre Comunicação Visual e Vestuário de 2001, lavai 10 anos. Merecendo sempre a possível atualização de alguns detalhes e dados que venham a parecer convenientes.
Renato de Melo Medeiros

Um comentário:

  1. Excelente materia! parabens!!! Existem muitos tipos de tecidos inteligente e foi pensando nisso que a aya lancou diversos tipos de tecidos inteligentes desde tecidos aromaticos, tecidos repelentes de insetos, impermeaveis, bactericidas, hidratantes, enfim, trouxe ao Brasil uma tecnologia altamente inovadora e eficaz, vale a pena conferir, aya-tech.blogspot.com ou em nosso site www.aya-tech.com.br
    Parabens!!

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