Mariano Tavares - Sem parar


Apresento-lhes a capa de SEM PARAR, 
segundo álbum deste artista aclamado 
e admirado por todos 
que será lançado em março.  
O projeto gráfico foi idealizado por Mariano 
e Alexandre Oliveira, 
as fotografias são de Renato de Melo Medeiros 
para a Usina emporium.

Em breve, mais novidades!  


Click aqui e escute o talento dele!

Considerações!


Alto!



Para Sempre!


Avante!


O q fazer com o velho quando o novo está chegando?
Entender q a fé, nessa esperança gritante, 
guarda na memória as experiencias
sempre somente boas e já antigas, 
sustentando um sorriso gigante. 
O q teríamos para lembrar senão q evoluímos
a cada dia, à cada dia? 
Na respiração o perfume desses dias, jamais iguais.
No abraço aquele afeto, 
"q não se encerra..."
Luz nessa estrada aberta por nós!

Aproveitem as boas festas
para o tipo de celebração
dos mágicos encontros.

Na intuição dos bons sentimentos
para a eficiente reflexão.
Enorme é nossa força para o bem,
no amor verdadeiro!



Felizes dias de Novo!




...

Concertos de Arthur Moreira Lima no RN


De 8 a 23 de dezembro, o Rio Grande do Norte vai receber em diversas cidades, o Concerto Um piano pela Estrada, do maestro Arthur Moreira Lima, pianista carioca consagrado internacionalmente.

Um Piano pela Estrada por todo o RN , Josué Firmo foto

Um Piano pela Estrada  leva o sonho de Arthur Moreira Lima por todo o país em um caminhão’teatro de 45m² de cena. Criador, produtor, empresário e artista de uma iniciativa inédita no Brasil: a de levar música de concerto a lugares e públicos os mais distantes deste universo cultural. Transporta, literalmente, o concerto todo, incluindo seus sofisticados pianos de cauda; o próprio palco (é resultado da conversão do baú do veículo, a cada concerto, em área de cena); o som amplificado independente; iluminação; telão; camarim com ar condicionado etc.
Todo o aparato é gerenciado por uma equipe de 17 profissionais.

O Projeto visa levar a música clássica ao alcance de todos e o pianista pretende cumprir o roteiro da turnê "Brasil Sertões 2", que leva cerca de 60 concertos aos estados do Centro Oeste, Nordeste e Norte. A ideia é fazer as apresentações nas cidades levando-se em conta sua importância histórica, geográfica, econômica ou política, atendendo, sobretudo, às mais carentes. Em Natal, a apresentação do pianista contará com a participação da Orquestra Sinfônica do RN.
O projeto já passou por mais de 300 cidades desde seu início levando música erudita de qualidade a todos. De acordo com divulgação, o repertório das apresentações passa por grandes nomes da música erudita e também popular como Bach, Beethoven, Chopin,  Liszt, Villa Labos, Ernesto Nazareth, Pixinguinha,  dentre outros. Arthur empre gosta de dar uma ênfase especial aos compositores Brasileiros, já esquecidos pela população em geral, justamente para auxiliar neste processo de reconstrução cultural de nosso país. O pianista deu início aos estudos nesse nobre instrumento aos 6 anos de idade, tendo tocado junto à Orquestra Brasileira aos 9 anos, um concerto de Mozart para piano e orquestra. Já considerado prodígio, progrediu em seus estudos, e projetou-se internacionalmente através do concurso Chopin, de Varsovia (onde foi premiado), e posteriormente nos concursos Leeds e Tchaikovsky.


PROGRAME-SE!

8/12
PAU DOS FERROS
19h30mim

09/12
ALEXANDRIA
19h30mim

10/12 
APODI 
19h30mim

12/12 
MOSSORÓ
19h30mim

13/12
ASSU
19h30mim

14/12 
MACAU
19h30mim

17/12 
CAICÓ
19h30mim

18/12
CURRAIS NOVOS
19h30mim

21/12 
NATAL
19h30mim

22/12 
PARNAMIRIM 
19h30mim

23/12 
NATAL
19h30mim


Véu em Solo SERTÃO CENTRAL

"Sertão onírico, ao deparar-se com tua exuberância solar, não há olhar que não transborde. Do solo árido, brotando como juremas, a história se impõe à seca, esgueirando-se nas sombras, nas casas de taipa. Miríade de sentires. O sertão não cessa de escrever-se na poesia das pedras, do vento, dos cactos."
 Jota Mombaça

É um ensaio fotográfico mostrando o universo masculino e feminino da mulher sertaneja dentro de um contexto surreal, cheio de sonho e psicodelia. Contamos sobre a força, a delicadeza e o drama desta mulher vestida de sonhos. "A NOIVA" é a figura que está representada nos cenários poéticos e geográficos de Lajes do Cabugi.






Os cenários:
Lajes do Cabugi quer dizer na língua Tupi-guarani, "Regiões das pedras", reverenciamos o solo e suas pedras. No Pico do Cabugi (único vulcão extinto do Brasil) onde escalamos até metade dele, pelas pedras vulcânicas, contamos a história da "Noiva" em chamas - a paixão. A outra escalada foi na Serra do Feiticeiro, onde retratamos a historia de um semi-Deus; uma criança que se perdeu por lá. Um Santo. A "Noiva” está com uma criança nos braços, e várias outras por perto, como se fosse o fantasma dele... O Mito. 
A religiosidade do sertanejo é o sentimento mais forte deste povo... A fé! 
Com os ex-votos na Capela da Divina Santa Cruz, a "Noiva é a promessa de alguém. 
Na Pedra do Anjo, a morte compõe o ditado Bíblico "Do pó viemos, ao pó retornaremos". As outras fotos foram feitas na Fazenda da minha família (Fazenda Tapuio). Na casinha de Pau a pique, no forno de Barro onde eles queimam a lenha para transformar em carvão, mostrando a força e o afeto, do cuidado com a casa... A família. O transporte de água para o consumo em galões (baldes) pendurados em seus ombros; No Umbuzeiro (fruteira nativa do semi-árido brasileiro) onde em sua sombra descansam os vaqueiros e bebiam a água de sua raiz para matar a sede... Aqui retratamos o drama da sede. O buquê feito de algodão representa o tempo de ouro da agricultura. A vegetação, a Caatinga, que tem muitas espécies de cactos, estão sempre em cena. Os animais do lugar entram em cena, principalmente o Burro Mulo. As Armas que usavam para a caça, representando a luta em busca do sonho. No reservatório de água (açude) do lugar, a "Noiva" nasce da lama. 
E este lugar, tem a honra de ter sido governado por Alzira Soriano, ícone da historia política latino americana nos anos vinte. Ela foi a primeira mulher prefeita da America Latina.
Somos sete, em muitos, envolvidos neste projeto que chamei de "delírio". 
O caminho que trilhamos todos juntos foi a dialética dessa expedição, onde refletimos acerca da realidade do que vimos e vivemos, a partir de cada um de nós. 
Nesta troca necessária que apura a alma. Um coletivo que somamos, e chamamos de "Solares".
Nalva Melo

Coletivo SOLARES | Ficha Técnica
Concepção/Maquiagem: Nalva Melo
Fotógrafo/Design: Flávio Aquino
Atriz/Modelo: Civone Medeiros
Texto/Making-off: Jota Mombaça e Manú Albuquerque
Direção de Cena: Alê Gomes
Figurino: Ricard8 San Martini
Equipe Apoio: Jefferson Martins, Daniele Gonçalves
Apoio Logístico, Lajes/RN: Trilheiros da Caatinga (Leandro, Eudes)

VERNISSAGES:
LAJES: Dia 3 de dezembro de 2011, as 7:00h no Salão Nobre da Prefeitura dentro da programação do Aniversário da Cidade
06:00 Alvorada;
07:00 Abertura da Exposição VÉU em SOLO Sertão Central com café da manhã em seguida de corrida pedestre e corrida ciclística;
15:30 Desfile das Escolas pelas principais ruas mostrando um pouco da História de Lajes;
17:00 Campeonato com ex-atletas do ABC Natal e América
19:30 Missa em Ação de Graças
21:30 Apresentação da Banda Filarmônica no Patamar da Igreja
22:00h Animação da Banda Pegação na Praça Central
NATAL: 06 de Dezembro, 19:30h na Pinacoteca do Estado, Praça 7 de Setembro, S/N - Cidade Alta.


desejos.rituais de consumo.



Detectar e entender as aspirações humanas da sociedade pós-moderna e como essas motivações e desejos se refletem nos rituais de consumo não é tarefa fácil. O Observatório de Tendências Ipsos capta as tendências de consumo nas principais capitais do mundo, identifica e analisa movimentos e fenômenos observados em nível macroeconômico, político e social e seus reflexos no consumo, no comportamento, nas manifestações culturais, na arquitetura e na propaganda. 
Publicamos a seguir os sete perfis de consumo elencados pela empresa de pesquisa na íntegra. “As sete tendências revelam um mundo em busca de composição”, aponta Clotilde Perez, Coordenadora Geral do Observatório. Esta composição passa por um eixo formado por ambiguidade, leveza, sonsoralidade, por um mundo edulcorado e reticular. 



1.GoBubbles
Tudo ao mesmo tempo e agora: a ideia quase mágica tornou-se uma condição para quem quisesse pertencer ao mundo globalizado. A ausência de limites tinha sua contraposição: se por um lado o indivíduo dispunha da possibilidade de acesso praticamente irrestrito às informações e contatos, por outro, ele também tinha que estar disponível e atento a tudo para poder acompanhar esse novo ritmo. Logo os efeitos colaterais começaram a ser percebidos. A percepção de excesso, a sensação de sobrecarga dava sinais desde as primeiras ondas do Observatório.
Hoje não há mais ambivalência: “o mundo é assim”. Ninguém mais se pergunta se é bom ou ruim ter internet, ter acesso à tecnologia... São as consequências do convívio com a primeira geração de nativos digitais!
Como a globalização e a vida sem fronteiras não foram alcançadas, o mood agora é considerar o mundo, mas não é necessário estar lá... O tempo agorista ainda é um valor. Mas a aldeia global adquiriu dimensões mais modestas, ainda que múltiplas. Estar “conectado” não significa, necessariamente, estar ligado a tudo o que acontece no mundo o tempo todo. Filtrar, selecionar e bloquear informações possibilitou limites. Conexão, interatividade, multiplicidade estão mais voltadas aos microcosmos, e são assim melhor administradas. Estas são as principais marcas da Tendência Go Bubbles “conexão no microcosmos”.
2. HiperSense
O desejo pela intensidade, surpreender e ser surpreendido, arriscar-se, ousar, sair do lugar comum, fazer algo diferente – peculiaridades tipicamente humanas – foram aguçadas pelos efeitos de massificação e da pouca diferenciação da era global.
Desde as primeiras ondas deste Observatório foram observadas diferentes formas de buscar uma emoção mais intensa: do desafio físico, que fazia subir a adrenalina nos esportes radicais, passando pelo exibicionismo, pelo voyeurismo, até a invasão do fetichismo.
Essas manifestações continuam, mas surgiram formas mais elaboradas de se fazer notar e de sentir. Muitas vezes associadas a mensagens edificantes: minar preconceitos, atenuar tabus, manifestar uma ideia... A ênfase agora está em despertar os sentidos de maneira inusitada, ilusionar, misturar, sobrepor os sentidos. Estas são as marcas da Tendência HiperSense “maximização dos sentidos”.
3. Venus Fever
A discussão sobre os papeis sociais tradicionais do homem e da mulher já não ocupa mais destaque. Nota-se que a questão saiu do debate público e está mais evidente no âmbito privativo – cada um se acerta com seus pares. Nas ondas anteriores, a mulher estava mais presa aos poderes que conquistou, enquanto o homem aparecia mais perdido, sem um papel muito definido. Estavam todos carentes de modelos. Neste momento fica evidente que há certa parceria e flexibilidade.
Um caminho sem volta. A mulher não será mais a antiga “Amélia” e não se sente mais tão ameaçada pela perda de suas conquistas. Pode transitar mais naturalmente entre possibilidades: ora ocupando uma posição de mais liderança, ora compartilhando, sentindo-se frágil e pedindo proteção, ou até mesmo servindo ao marido e aos filhos. Da mesma forma, o homem é também mais livre para circular: mais sensível, vulnerável, parceiro e também pode ser mais viril, rústico...
Hoje, é a ideia de “compor” está no centro das atenções. O caricato, em qualquer sentido que seja, não tem mais espaço. Estas são características da tendência Venus Fever “He, she, it: a composição como possibilidade”.
4. Living Well
Bem estar é o foco da tendência Living Well. Na onda anterior já observávamos a diminuição das cobranças e estávamos mais livres das exigências sociais, o que deu o tom do “bem estar possível”, com forte conexão extra-corpus.
Agora identificamos duas vertentes a partir de um conflito: Finitude ou Longevidade? “Tem que ser hoje, porque pode acabar amanhã. E tem que ser todo dia, porque pode durar 90 anos”. Diante dessa dicotomia evidenciamos por um lado forte valorização do momento presente. Cuidar de si é mais possível do que cuidar do planeta ou dos problemas de ordem mundial. Por outro lado, evidencia-se mais preocupação com o futuro, com manifestações de generosidade, de dedicação aos outros, de ajudar, contribuir... Afinal vamos viver muito... A linguagem edulcorada e a generosidade são algumas das marcas da Tendência Living Well “bem estar necessário”.
5. ID Quest
Nas ondas anteriores do Observatório, a tendência ID Quest revelava uma maior valorização da memória afetiva, dos registros pessoais e da busca por proteção nas redes de segurança tradicionais. Na atualidade ID Quest tem importante destaque: buscar as raízes para saber quem eu sou – e eu sou um mosaico.
Amigos pessoais são mais valorizados, mesmo que o contato com eles seja mais virtual do que físico. Momento de crise financeira também intensifica a necessidade de contatos mais sólidos e verdadeiros do que a ampla gama de desconhecidos. Sente-se também certo remorso, culpa por ter se distanciado durante certo tempo dos laços afetivos mais reais.
São evidentes manifestações claras de busca afetiva, como design de época, objetos do passado, colecionismo em alta, remakes de filmes e peças de sucesso, renascimento das mascotes de marca e criação de novas, valorização das histórias de vida, os pets e a sedução pela eternidade. Tudo em busca de uma relação mais emocional e mais afetiva como possibilidade de constituição da própria identidade, ainda que esta identidade se forme na composição.
É preciso respeitar o mosaico de si mesmo, privilegiar cada pedacinho de si. Essas são algumas das características da Tendência ID Quest “patchwork identitário”.
6. My Way
A tendência My Way apresentava-se em ascensão na onda anterior: a indústria a serviço da customização com possibilidades cada vez mais fáceis e acessíveis de se diferenciar; a indústria favorecendo a customização. Agora o foco passou a ser no indivíduo e em tudo que lhe agrada e singulariza. Não queremos apenas personalizar: somos autores-atores prontos para performar.
Agora, as manifestações de individualidade estão também expressas na relação com o outro, na co-autoria, nos processos de co-criation, na colaboração. O exercício da criatividade está na capacidade de transitar por vários estilos, atitudes e comportamentos. Ser único e ser múltiplo é o tom de My Way, “protagonismo e criatividade”.
7. Know Your Rights
É a mais atual das tendências. Vem crescendo em cada onda do Observatório. Alicerçada no paradigma contemporâneo “consumir é existir”, com ramificações para o consumo crítico, ético e sofisticado, esta tendência agora dá sinais de fusão entre os eixos “crítico” e “ético”: repudia-se tanto o excesso do capitalismo e das grandes corporações, quanto a forma de produção. E também não basta aderir a produtos éticos se o consumo for excessivo.
Ética e estética aglutinam-se: “é feio jogar papel no chão”. Festa do consumo responsável, dia sem compras, loja gratuita, são exemplos claros dessas misturas. As manifestações de insatisfação, repúdio e até vingança contra organizações e marcas proliferam-se na rede.
Na vertente da sofisticação do consumo, notamos sinais do surgimento de novos significados para luxo: momento de mais moderação e controle e atenção ao que se mostra. A ideia de excessos pode comprometer a imagem pessoal. Marcas de luxo voltam-se para o core business em busca de segurança e manutenção das vendas. Estas são algumas das evidências de Know Your Rights “Consumidores complexos e críticos”.



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